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terça-feira, 7 de setembro de 2010

Livro: Por Que os Homens Se Casam Com as Manipuladoras - Sherry Argov


JOGUE FORA O MANUAL
Por que é a mulher forte que conquista o coração masculino
"Vamos estabelecer uma verdade fundamental a respeito do casamento: é a mulher quem manda."
BILL COSBY

Diretrizes da sociedade para as boas moças Imagine um mundo em que os papéis fossem invertidos e os homens cozinhassem para as mulheres, recolhessem meias espalhadas pelo chão e vivessem doidos para se casar. Finja que você tem um namorado que guarda uma caixinha especial com seis gravatas- borboleta lilases reservadas para serem usadas por seus seis padrinhos no dia do casamento. Imagine que ele sinta uma espécie de nó na garganta toda vez que passa pela vitrine de uma loja de roupas de bebê. E que ele a receba na porta usando cueca samba- canção de seda e botas de caubói, e faça uma dança sensual para você. Então, adicione alguns ultimatos:
"Cadê minha aliança?"
"Por que você não se casa comigo?" Talvez você ficasse achando que o sujeito surtou de vez. E começasse a bolar seu melhor modo de fuga. "Não é você, sou eu. [Tradução: É você, sem sombra de dúvida.] Estou ocupada demais com o trabalho. Eu amo você, mas não estou apaixonada." Então você sairia em disparada pela porta… como um carro de Fórmula 1.
Por mais assustador que isso pareça, é exatamente assim que as mulheres agem quando querem arrumar um marido, porque assim foram ensinadas. É o compromisso de qualquer "boa moça": colocar as necessidades de todo mundo antes das suas, achar que não chega à altura da barra da calça de seu homem.
Quando fiz uma enquete junto aos homens, todos responderam que há pouquíssima oferta de mulheres confiantes. E que não há nada mais sensual do que uma mulher desse tipo. Será que é surpresa o fato de haver poucas mulheres confiantes por aí? Olhe à sua volta. Revistas femininas dizem às mulheres que ajam de maneira servil, como se namorar fosse uma entrevista muito complicada para uma vaga de operária: "Você é capaz de oferecer um copo de cerveja gelada vestindo lingerie provocante? Passa as camisas dele e deixa as pregas bem certinhas? Usa transparências para ele achar que está mais gostosa? Cuida do jardim de saltoagulha? Faz a posição do cachorrinho na cama? Se fizer tudo isso, ele vai cair de joelhos e pedir sua mão em casamento…"
Com tudo isso, as mulheres só estão aprendendo a agir de maneira desesperada. Quando a atitude dela faz o gênero "Me escolhe! Me escolhe!", acaba com o desejo dele em uma única tacada. Faz parte da natureza humana. Você também ficaria desanimada se algum cara levasse duas dúzias de rosas na primeira vez que vocês saíssem para tomar um café e dissesse a você que se sente o FDP mais sortudo do mundo nos primeiros cinco minutos.
Faz parte da natureza humana. Dizer a uma mulher que deve se esforçar mais para agradar é o mesmo que dizer a um garotinho que deve chegar para o brutamontes da escola no primeiro dia de aula e dizer: "Pronto, aqui está meu dinheiro do almoço. E pode ficar com minha merenda também. Eu até dou minha lancheira para você, porque estou vendo que sua mãe não mandou uma." Ou, em um encontro, dizer: "Pronto, aqui está meu corpo. E eu fiz uma torta para você. Por favor, seja legal. Por favor, case comigo. Eu até vou colocar a bunda para cima, como naquela posição de ioga. É tão agradável ficar de ponta-cabeça! Mesmo. Eu simplesmente adoro!"
Só porque um cara vai para a cama com você não significa que ele está pensando no futuro. Para que ele pense no "para sempre", é necessário que haja algo dentro de você que ele respeite. Tipo uma perspicácia aguçada… e uma cabeça pensante.  
PRINCÍPIO DE RELACIONAMENTO NO 1
No romance, não há nada mais encantador
para um homem do que uma mulher que
tenha dignidade e se orgulhe de quem é.

Acima de tudo, você precisa se conhecer. Quanto mais você se concentrar em sua elevação pessoal, mais ele vai se esforçar para estar no topo de sua lista de prioridades. Ele vai considerá-la uma perspectiva de longo prazo quando você adicionar à receita o ingrediente principal: respeito. E respeito é a cola que mantém tudo unido.
Kara é um exemplo perfeito do motivo pelo qual mulheres inteligentes e seguras saem na frente. Logo no começo, o noivo dela tentou dar palpites a respeito da maneira como deveria se vestir. Ela estava saindo para uma reunião e ele lhe disse para colocar um vestido em vez do terninho que usava. Então, disse que ela estava maquiada demais. O que uma boa moça teria feito? Sairia correndo para comprar um guarda-roupa novo. Mas Kara o encostou contra a parede, em tom de brincadeira e disse: "Olha aqui, Versace. Esta roupa sempre foi ótima. E também nunca recebi reclamação alguma a respeito da maquiagem. Mas, se você preferir, posso avisar antes quando for me vestir assim. Daí, se você não quiser me ver com este visual, é só não aparecer por aqui."
Para que a enxerguem de outra maneira, você tem de pensar de outra maneira. Ele precisa perceber que você dá as suas cartas, não precisa da opinião de ninguém a respeito de como calça suas meias. Isso significa: "Eu sou segura." As características mais desanimadoras que existem para um homem são carência e insegurança. A manipuladora não age como se estivesse participando de um teste de elenco nem como se precisasse fazer "a melhor apresentação". Em vez de "Cadê minha aliança?" ou "Por que você não se casa comigo?", o que ela pensa, é:
"Qual é a vantagem de ter esse cara por perto?" 
"Como eu me sinto depois de passar algum tempo com ele?" 
"O que ganho com isso?"

E, daí, algo engraçado acontece: ele fica de quatro por ela.
Kim Basinger disse algo interessante: "Não tenho tempo para ser considerada difícil, e não tenho tempo para me incomodar." Os homens geralmente se sentem à vontade com uma mulher que não se preocupa tanto, porque então não precisam ser totalmente responsáveis pela felicidade de outra pessoa. Quando um homem vê que você está feliz com ele mas que poderia ser igualmente feliz se não estivesse, não vai querer sair do seu lado. Quando você está feliz, fica sexy.
Mas não é só isso. As mulheres que são donas do próprio nariz se divertem mais. Minha amiga Angela saiu uma vez com um cara para jantar em um restaurante chinês. Era sexta-feira. Experimentaram vários pratos e sobrou um monte de comida, então ela levou para casa todas as sobras. Na noite seguinte, Angela tinha um encontro com outro cara e resolveu aproveitar toda aquela comida na geladeira. Esquentou os restos do jantar chinês, organizou tudo direitinho em um prato bonito e os serviu a seu convidado de honra. No biscoitinho da sorte dela, estava escrito: "O jantar foi um sucesso."
Claro que eu nunca aconselharia alguém a optar por uma refeição tão fácil e rápida em vez de passar três horas suando na cozinha. Mas eu seria omissa se não incluísse uma dica gastronômica de especialista: não guarde a salsinha (sempre fica murcha no microondas e entrega tudo).
Repare no que Kara e Angela têm em comum: nenhuma delas sentiu necessidade de se desdobrar para agradar. Isso fez com que conquistassem o respeito do homem. Por quê? Oesperado seria que elas se curvassem porque é o que o manual prescreve. Mas, ao se recusarem a agir dessa maneira, uma lâmpada se acendeu na cabeça dos homens. A mensagem "Eu tenho valor" é o que faz com que eles acreditem na relação.
Em um documentário produzido por um canal de música, o cantor Tim McGraw disse algo muito curioso a respeito da mulher, também cantora, Faith Hill: "Ela tem a pontaria certeira, sem dúvida alguma. Não engole desaforo de ninguém." Ele não escolheu fazer comentários a respeito do talento, sucesso, beleza ou fama dela, nem sobre qualquer uma daquelas outras qualidades que a sociedade valoriza. Em vez disso, fez um comentário a respeito do atributo que os homens mais respeitam: coragem. Você acha que quando Tim coloca a cabeça no travesseiro, ele se orgulha porque a mulher dele não leva desaforo para casa? Aposto que sim.



Livro: Se Abrindo Para a Vida - Zibia Gasparetto




O livro Se abrindo pra vida narra a vida de Jacira, uma mulher que, entristecida e anulada de suas próprias vontades, descobre no amor próprio a chave para a superação. Uma história que nos leva a acreditar que quando nos abrimos para a vida, descobrimos que a felicidade é o destino de todos..

Aos 83 anos, Zibia Gasparetto é autora de mais de 30 livros, na maioria romances espiritualistas ditados por Lucius, mentor espiritual que lhe acompanha há mais de 60 anos. A cada lançamento, figura rapidamente no ranking dos livros mais vendidos nos principais veículos de comunicação. A autora tornou-se um ícone da literatura espiritualista, contribuindo para a disseminação doa conceitos de espiritualidade e no fortalecimento desta categoria no mercado editorial. 

– Desde que começamos a conversar, você só se queixou. Acha que isso vai resolver problemas?
– O que acha que posso fazer se tudo dá errado?
– Poderia tentar fazer alguma coisa melhor.
Jacira meneou a cabeça negativamente:
– Acha que gosto de me queixar? Que faço isso por esporte?Ainda não entendeu que sou uma pessoa sem sorte para quem tudo dá errado?
– Isso não é verdade. Você é quem procura o lado pior. É bom saber que as palavras têm força. Você está mergulhada na queixa e não percebe as oportunidades boas que a vida lhe dá.
– Eu nunca tive uma boa oportunidade. Só me acontecem coisas ruins. Sem dinheiro, sem amor, só faço obedecer. Em casa aos meus pais, no trabalho aos meus chefes.
– E quando é que você faz alguma coisa que lhe traz alegria?
Ela sentia que estava no limite de suas forças e precisava esforçar-se para não reagir e gritar toda sua raiva. Por que ela precisava pensar em tudo dentro de casa? Por que o pai, que ficava o dia inteiro sem fazer nada, não podia levantar ou ir buscar pão? Por que sua mãe, que não tinha nenhuma doença, não levava a louça do jantar e deixava tudo para ela?
Revoltada, Jacira revirou-se na cama e desejou sumir, ir para longe, como fizeram os irmãos. Apesar desse desejo acariciado havia tanto tempo, no fundo ela sabia que nunca teria coragem de abandonar os pais. O que seria deles se ela fosse embora? Morreriam de fome, com certeza.
– Eu me sacrifico pelos meus pais e eles nunca e agradecem, só criticam. Minha mãe diz que e sou feia, quando me arrumo um pouco melhor, que pareço uma prostituta. Eles são ingratos, não reconhecem meu esforço. Isso me entristece muito. Às vezes tenho vontade de sumir, ir para longe. Mas falta coragem.
– Se eles a tratam dessa forma, a culpa é sua, não deles.
Jacira olhou-a admirada:
– Minha? Eu faço tudo para eles e a culpa é minha?
– Você não sabe se colocar. Se faz tudo que eles querem como é que eles vão saber até onde podem ir? Você não coloca limites e eles acham que podem abusar.
– Devo esclarecer que eu já tive um ateliê antes, mas fracassei porque não sou boa nas contas. Freguesas nunca faltaram, mas eu não avaliava bem o trabalho, tinha vergonha de cobrar e fazia tudo barato.
– Se você pretende abrir novamente seu negócio, o primeiro passo é valorizar seu trabalho. Quando você não valoriza adequadamente o que faz, acaba cortando seu sucesso. Para progredir terá de colocar um preço justo, onde você possa ter dinheiro suficiente para manter uma vida confortável, com tudo o que tem direito.
As duas olharam admiradas, e Margarida argumentou:
– Eu sinto que fracassei por não saber lidar com dinheiro. Meu pai, quando eu era criança, dizia que o dinheiro é perigoso porque abre a porta de todas as tentações. Eu tinha medo de que as clientes me julgassem uma mercenária. Queria provar que eu era uma boa pessoa e não ligava para dinheiro.
– O dinheiro não é culpado pelo mau uso que alguns fazem dele. Quando bem utilizado pode proporcionar coisas muito boas. É o caso das grandes fortunas que se interessam em contribuir para a melhora da sociedade, auxiliando nas pesquisas que aliviam o sofrimento humano, dando oportunidade de emprego para as pessoas, possibilitando as grandes conquistas de progresso.
Eles subiram e Jacira acompanhou-os com o olhar. Ela também gostaria de encontrar um amor. Desejava sentir essa emoção maravilhosa que causa tanto prazer. Seu relacionamento com Nelson não lhe proporcionara esse sentimento.
Reconhecia que seu aparecimento servira apenas para que ela descobrisse que poderia encontrar alguém que a amasse de verdade, Estava com quarenta e três anos e nunca havia amado. Intimamente se perguntava se aconteceria um dia.
"Durante anos vivi me recriminando até que com a ajuda de dedicados amigos espirituais descobri que, mesmo que eu tivesse feito o que John queria, não teria podido evitar certos fatos, que tiveram origem em nosso passado. Senti que enquanto não fizesse alguma coisa por mim e procurasse melhorar, não poderia ajudar o que eu amava.



Livro: Noite Eterna - Claudia Gray

Esquece todas as histórias de amor vampírico que você conhece e lê tanto por aí. Esquece os mocinhos, as donzelas em apuros, o “dilema” entre ser ou não ser, os padrões… esqueça. Porque Noite Eterna, da Editora Planeta, vai te surpreender.



A história do livro é sobre Bianca Olivier, essa jovem ruiva, estranha e simpática que vai morar – obrigada – com seus pais em uma escola super sinistra chamada Noite Eterna. Tudo lá é rígido, cheio de regras, gárgulas, como se fossem de séculos passados. E, de acordo com as novas leis, estudantes de fora foram convidados a participar. Só que eles parecem tão deslocados quanto Bianca! Como podem ser tão diferentes uns dos outros e ao mesmo tempo tão iguais? Porque Bianca só se sente bem mais “em casa” quando conhece Lucas Ross, esse simpático rapaz (totalmente sagaz, bonito e misterioso!) que vê na pequena garota uma donzela em perigo em meio a tantos “da Noite Eterna”, seja lá o que isso queira dizer.
Dai então começa uma reviravolta de histórias, desejos, identidades e ações que você nem imagina. Em um momento você torce pro mocinho e depois pro vilão. Claudia Gray (pseudônimo de Amy Vincent) tem uma forma muito sutil e gostosa de escrever e faz você realmente se sentir dentro da história.
Mas porque então comparar a Crepúsculo? Eu poderia enumerar uma porção de prós e contras. Ambos são histórias com romance entre o sobrenatural, isso é claro. Mas no caso de Crepúsculo temos um vilão apaixonado por uma mocinha. Em Noite Eterna esses padrões se confudem – e eu nem poderia despejar aqui todo meu sentimento sobre isso porque estragaria a surpresa! Ambos envolvem, no caso,vampiros. Mas se você procura por ação de verdade (e mistérios, revelações e uma virada de plot que nem imagina!) a sua escolha óbvia é Noite Eterna. Enquanto o romance entre Bella e Edward é o foco principal de Crepúsculo, temos no livro de Claudia Gray uma eterna briga entre caráter e personalidades onde você nunca sabe quem é quem e, enquanto descobre, acaba sendo levado para dois mundos totalmente diferentes. E não estou falando de humano para vampiros. A coisa é mais complicada!
Aconselho o livro para quem gosta de romances com ação, que goste de mistério, surpresas e que tenha um bom tempo livre. Porque você não vai querer parar de ler enquanto não chegar até o fim.

Leia um trecho deste livro (disponibilizado pela editora)



Livro: A Breve Segunda Vida de Bree Tanner - Stephenie Meyer

Pela primeira vez Stephenie Meyer oferece aos fãs uma nova perspectiva do universo de Crepúsculo. Na voz de Bree Tanner, uma jovem vampira integrante do violento exército de recém-criados que assola a cidade de Seattle no terceiro volume da série, Eclipse, somos apresentados ao lado sombrio da saga.

Bree vive nas trevas, sedenta por sangue. Não conhece sua verdadeira natureza e não pode confiar nos de sua espécie. Sua breve história acompanha a semana que antecede o confronto definitivo entre os recém-criados e os Cullen - a última semana de sua existência.


Stephenie Meyer, autora da saga "Crepúsculo", tem outro sucesso em suas mãos.

"A Breve Segunda Vida de Bree Tanner", seu novo livro, vendeu mais de 1 milhão de cópias nos EUA desde seu lançamento, dia 5 de junho.

De acordo com a editora de "A Breve Segunda Vida de Bree Tanner", a Little, Brown and Company Books for Young Readers, o livro é até o momento o mais vendido do ano nos Estados Unidos, assim como em vários países pelo mundo.

A publicação conta as aventuras de Bree Tanner, nova vampira introduzida na saga em "Eclipse".

Em menos de cinco anos, aproximadamente 100 milhões de cópias de livros da série vampiresca jovem "Crepúsculo" foram vendidos em cerca de 50 países, diz a editora.

Leia um trecho deste livro (disponibilizado pela editora)



Livro: Querido John - Nicholas Sparks



Sparks nasceu em Omaha, Nebraska, na véspera do ano novo, apenas 8 minutos antes de 1966. Foi criado sem luxo, “à base de muita batata e leite em pó”, mas afirma que teve uma infância feliz e que a pobreza nunca foi um problema. Antes de O Caderno de Noah estourar, trabalhou no mercado imobiliário, com manufatura de produtos ortopédicos, como vendedor de remédios e garçom. Mesmo após seu livro chegar às listas dos mais vendidos, continuou trabalhando com vendas, com medo de que sua carreira como escritor fosse se resumir a um bom livro apenas.
A família
Sparks vive, atualmente, em New Bern, North Carolina, com sua esposa e cinco filhos. Catherine foi amor à primeira vista. Ele a conheceu nas férias da faculdade e, no dia seguinte, declarou que estavam destinados a se casar. Um ano e 150 cartas depois, sua previsão se mostrou correta e os dois estão juntos até hoje. Mas a trajetória do romântico Nicholas não seria apenas de finais felizes. Seis semanas após o casamento com Catherine, a mãe de Sparks sofreu um acidente andando a cavalo e morreu, aos 47 anos. Seu pai morreria sete anos depois, aos 54, em um acidente de carro e, em 2000, o autor perderia a irmã mais nova, com 33 anos, de câncer. 
Em 1996, um dos filhos de Sparks, Ryan, foi diagnosticado com autismo. Um diagnóstico que depois se revelaria errado, mas que foi suficiente para desencadear um ano repleto de preocupações. Nicholas passava de 3 a 4 horas diárias com o filho, em terapia intensiva, tentando ajudá-lo a desenvolver a fala. Finalmente, o diagnóstico correto de Distúrbios do Processamento Auditivo Central, trouxe esperança à família e, em 1999, Ryan ingressou na escola em uma turma regular. A experiência com o filho marcou profundamente sua literatura, especialmente o livro The Rescue. 
Fundador da Escola Epiphany  
Em 2005, Nicholas e sua mulher resolveram apadrinhar uma família de Nova Orleans, após o Furacão Katrina. A convite de Sparks, a família se mudou para New Bern, onde ele e sua mulher teriam melhores condições de ajudá-los. Foi nesta época que os Sparks começaram prestar maior atenção à oferta de escolas na cidade, considerando suas idéias e valores sobre educação. 
Assim, em 2006, o casal se uniu a Tom McLaughlin para fundar The Epiphany School. Em reuniões com a comunidade, gerou-se um consenso de que a escola deveria ser um espaço onde estudantes de todas as religiões teriam uma educação completamente global, em um ambiente Judaico-Cristão tradicional e rigoroso. 
Atualmente com 300 alunos, The Epiphany School tem por missão incentivar seus estudantes a perseguir um aprendizado para a vida toda, liderança corajosa, discipulado leal e serviço compassivo. Voltada para o desenvolvimento da mente, corpo e espírito dos alunos, a escola visa auxiliá-los na descoberta e expansão dos seus próprios dons. 

O livro já ganhou um filme, não tive oportunida de vê-lo ainda, mas para quem quiser, o trailer oficial do filme http://www.youtube.com/watch?v=RWZ6rTQ4M9g

O livro também conta com um site exclusivo, http://www.queridojohnolivro.com.br/

Leia um trecho deste livro (disponibilizado pela editora)





Livro: Mentes Brilhantes, Mentes Treinadas - Augusto Cury




Somos a única espécie, em meio a milhões na natureza, que pensa, tem consciência de si mesma e escreve sua história. Um privilégio indescritível. Mas temos escrito uma história que nos liberta ou nos aprisiona? Muitos vivem em sociedades livres, mas são escravos das suas emoções. Não treinam sua psique para construir um amor inteligente e uma mente brilhante e, por isso, desenvolvem transtornos psíquicos que os controla e que asfixia os outros.

Todos nós queremos uma mente saudável, regada ao prazer, livre, segura, resiliente, criativa, mas frequentemente deixamos nossa mente irresponsavelmente solta, sem gerenciamento e proteção. Mentes tímidas, agitadas, ansiosas, imaturas, pessimistas, amedrontadas, flutuantes, depressivas são consequência dessa falta de gestão e proteção.

Mentes Brilhantes, Mentes Treinadas aborda esses assuntos a partir da Teoria da Inteligência Multifocal, que tenho desenvolvido ao longo de mais de 25 anos.


Trechos

*Admirar os outros pode ser útil, mas supervalorizá-los é inútil ou, pior, pode ser destrutivo, pois nos diminui, nos faz perder nossa própria identidade.

*Quem quer se conhecer precisa em primeiro lugar ter coragem para ser o que sempre foi, apenas um ser humano, e como tal imperfeito e mortal.

*Uma pessoa inteligente aprende com seus erros, uma pessoa sábia aprende com  os erros dos outros.

*Ser inteligente é importante, ser sábio é essencial.



Especial : Filme Nosso Lar




André Luiz, o espírito que passou oito anos no umbral, nas penumbras da multidimensionalidade. 

André Luiz, pseudônimo de um médico. Foi ele Dr. Faustino Esposel ou Oswaldo Cruz? (recorde-se que Oswaldo Cruz desencarnou em 1917, vítima de insuficiência renal, sendo que André Luiz desencarnou em decorrência de oclusão intestinal e, tendo passado "mais de oito anos" nas regiões umbralinas, estava ainda se adaptando à vida em Nosso Lar, para onde acabara de ser levado, quando recebeu a notícia de que era agosto de 1939. Portanto, deve ter desencarnado por volta de 1929 ou 1930.) 




Não importa quem tenha sido ele na vida terrestre, o essencial é que André Luiz está presente entre nós. Está presente na história desenvolvida na obra monumental de Chico Xavier "Nosso Lar", no filme que vai estreiou dia 3/9, está presente nas páginas do nosso cotidiano, onde a humanidade vive no umbral terreno, voltada para o consumismo desenfreado. 




O grande recado para o mundo vem da espiritualidade no momento quando André é liberado para voltar a reencarnar na nave Terra: "ANDRÉ, O MUNDO PRECISA DE HISTÓRIAS FELIZES" 





Qual é a história que o nosso André interior está contando para nossos filhos? Qual é o recado que estamos dando para a comunidade? Qual é o poema que estamos escrevendo para o mundo? 





Há 2.000 anos o meigo Nazareno esteve na terra contando uma história feliz de Amor. O que fizeram com Êle?

Vamos ver o que relata Emanuel no prefácio do livro Nosso Lar, psicografado por Chico Xavier:

"O homem terrestre não é um deserdado. É filho de Deus, em trabalho construtivo, envergando a roupagem da carne; aluno de escola benemérita, onde precisa aprender a elevar-se. A luta humana é a sua oportunidade, a sua ferramenta,
o seu livro. 





O intercâmbio com o invisível é um movimento sagrado, em função restauradora do Cristianismo puro; que ninguém, todavia, se descuide das necessidades próprias, no lugar que ocupa pela vontade do Senhor. 





André Luiz vem contar a você, leitor amigo, que a maior surpresa da morte carnal é a de nos colocar face a face com própria consciência, onde edificamos o céu, estacionamos no  purgatório ou nos precipitamos no abismo infernal; vem lembrar que a Terra é oficina sagrada, e que ninguém a menosprezará, sem conhecer o preço do terrível engano a que submeteu o próprio coração.
Guarde a experiência dele no livro d'alma. Ela diz bem alto
que não basta à criatura apegar-se à existência humana, mas
precisa saber aproveitá-la dignamente; que os passos do cristão, em qualquer escola religiosa, devem dirigir-se verdadeiramente ao Cristo, e que, em nosso campo doutrinário, precisamos, em verdade, do ESPIRITISMO e do ESPIRITUALISMO, mas, muito mais, de ESPIRITUALIDADE. 


EMMANUEL - Pedro Leopoldo, 3 de outubro de 1943.





O filme começa com André Luiz diante de uma grande muralha, e então somos jogados junto com ele num estranho e obscuro lugar (ou estado?) onde o sofrimento é praticamente matéria, não fosse o fato de que nada ali é matéria como conhecemos enquanto vivos. André Luiz está sofrendo no umbral, em meio a criaturas assustadoras e suas próprias lembranças de encarnado. Julgado como suicida, é perseguido por espíritos das sombras, até que pede por perdão, e o espírito Clarência vem em seu auxílio.

Aí é que somos apresentados a Nosso Lar, uma das diversas colônias espirituais que ‘flutua’ sobre a superfície da Terra. É para lá que André é levado para seu tratamento e jornada – como ficaremos sabendo depois. As imagens são incríveis! Mesmo quando ainda estamos dentro do hospital espiritual já temos a sensação de que muito está para ser mostrado nas telas. E esse ‘muito’ vem de forma incrível.

Quando André, sempre curioso, passa a ser guiado pelas terras de Nosso Lar passamos a ver o exemplo de uma das maravilhosas estruturas espirituais para onde somos encaminhados após a morte, de acordo com nosso merecimento. Os pavilhões, suas funções, os espaços de confraternização e contemplação… Tudo nos é mostrado com cores lindas, harmônicas, e aquela boa sensação de calor e vida que temos nos dias mais bonitos de sol. A transposição da imagem que qualquer um cria ao ler é ainda mais perfeita no cinema.

Aos poucos André vai mergulhando no real sentido da vida, ou na vida real. Aprendendo seu propósito e a lidar com seus sentimentos – nosso maior desafio. Quer trabalhar para poder conseguir visitar sua família. Erra, aprende e segue, enquanto vai registrando tudo pelo que tem passado. Parece até um blogueiro espiritual, daqueles que nada publica, apenas salva. Isso até ter conteúdo o suficiente para apresentar aos outros.

Sua relação com outros espíritos o coloca em contato com suas próprias dúvidas e medos. Vai aprendendo a ser maior. Mas sua verdadeira lição vem ao visitar seus parentes encarnados. Descobre que o ‘inferno’, que nunca existiu, está mesmo é dentro da gente. Junto a nossos sentimentos mais obscuros e tristes. Doma suas emoções e aprende mais sobre o amor. Se entrega aos novos fatos da verdadeira vida e assim consegue colaborar ainda mais, como o final deixa a entender.

Quem sabe não teremos mais filmes com o personagem, além de Nosso Lar.


Não deixem de ir ao cinema assistir, realmente vale a pena !!!!!


 
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